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UM PEQUENO RESUMO DA IMENSA HISTORIA DO S L BENFICA PARTE 1

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UM PEQUENO RESUMO DA IMENSA HISTORIA DO S L BENFICA  PARTE 1 Empty UM PEQUENO RESUMO DA IMENSA HISTORIA DO S L BENFICA PARTE 1

Post  Admin on Sat Aug 23, 2008 7:03 pm

Tudo começou no ano de 1904, na Rua Direita em Belém. Existia uma farmácia que tinha o nome de "Farmácia Franco".

Alguns
andares acima dessa farmácia, viviam algumas famílias que gostavam
bastante de futebol (recorde-se que nessa altura, todos os termos eram
ingleses, daí a designação Sport Lisboa e Benfica). Entre essas
famílias, estavam os irmãos "Catataus" que decidiram formar um clube
com sede na "Farmácia Franco".
Os membros que formavam o clube (designado Grupo Sport Lisboa) eram (por ordem alfabética):

Abilio Meireles,
Antonio Rosa Rodrigues,
Cândido Rosa Rodrigues,
Carlos França,
Eduardo Corga,
Francisco Reis,
Jorge Sousa,
Jorge Afra,
José Linhares,
Manuel França,
Raul Empis,
Virgílio Cunha.
Daniel Santos Brito era o secretário, Manuel Goularde o tesoureiro e José Rosa Rodrigues o presidente.
(falta aqui Cosme Damião, o fundador, que ao fazer a acta se esqueceu de colocar o próprio nome...)

As
camisolas já eram vermelhas e o símbolo do clube era um igual ao
símbolo do Benfica actualmente (retirando a roda e tinha escrito "S.L."
no lugar de "S.L.B.").

O primeiro jogo público foi realizado no
dia 1 de Janeiro de 1905 em que o Sport Lisboa defrontava o Campo de
Ourique, num terreno das Salésias. O Sport Lisboa venceu por 1-0. Mas o
Sport Lisboa não se destacava só no futebol, mas também no ciclismo.

Em
1907, sem campo próprio, o Grupo Sport Lisboa entrava em colapso,
perdendo vários atletas para o Sporting. Parecia o fim de uma bonita
aventura, mas... a solução estava ali perto, em Benfica, mas ainda, na
Quinta da Feiteira, onde existia um campo que pertencia ao Sport Clube
de Benfica, fundado em 1906.
Como o Clube Sport Lisboa tinha os
jogadores e o Sport Clube de Benfica tinha o campo, fundiram-se os dois
clubes, formando o SPORT LISBOA E BENFICA. Vermelho e branco seriam as
cores, fruto de uma ideia do Major José da Cruz Viegas, depois de
consultar um catálogo de uma fábrica inglesa.


Os primeiros acontecimentos e triunfos...

Em
1910, o então Sport Lisboa e Benfica, começava a «colher» resultados
positivos e vencia o seu primeiro título regional de Futebol.

Cosme Damião e o «matador» da altura, Artur José Pereira eram as «personagens» principais.
Mas
a partir desse mesmo ano, o Sport Lisboa e Benfica começava a impor-se
no ciclismo e no atletismo. Francisco Lázaro, que faleceu durante a
realização de uma maratona em Estocolmo, na Suécia em 1912, viria a ser
o primeiro atleta olímpico do Benfica.

A 12 de Outubro de
1913, o Benfica inaugurava o seu novo campo em Sete Rios, num jogo em
que o Benfica venceu o Sporting por 4-0, o que já parecia ser uma marca
standartizada.
No mesmo ano, saía o jornal do clube, o «Sport Lisboa».

Já em 1916, com a Europa em guerra, o Benfica mudou-se para a Avenida Gomes Pereira, em Benfica.
O clube tornava-se tão conhecido por todo o Mundo, que decidiu expandir-se, dando origem ao Hóquei e à Patinagem.

Campeonato Nacional, Primeira Liga e a Taça de Portugal...

O
Benfica pretendia então a conquista do Campeonato Nacional e começou a
lutar para tal, na época 1921/22, mas em 12 edições do Campeonato, o
Benfica teve uma participação paupérrima e viria a vencer apenas 3
vezes.

Contudo os anos do Glorioso haveriam de chegar e foi
precisamente na época 1934/35, que o Benfica adquiriu o primeiro
título, na Primeira Liga, onde o Benfica venceu 3 das 4 edições da
Primeira Liga.
Os causadores desse mesmo êxito eram Albino,
Gaspar, Pinto, Vítor Silva e Valadas, sendo o húngaro Lipo Hertzka o
técnico da equipa.

A Taça de Portugal, arrebatada em 1940, num
jogo em que o Benfica derrotou o Beleneses por 3-1, seria um novo
troféu para as prateleiras do clube.
Entre os heróis da tarde,
destaque-se Xico Ferreira, Valadas e Espírito Santo (Espírito Santo
além de vedeta futebolística, brilhou no atletismo, com títulos e
recordes nacionais no salto em altura, comprimento e triplo).

Anos 20/30/40, a aposta nas modalidades...

A
14 de Janeiro de 1934, o Sport Lisboa e Benfica inaugura a nova
secretaria. Seria a 5ª secretaria do Benfica e localizava-se no centro
de Lisboa, exactamente na Rua do Jardim do Regedor. O momento de
euforia dos benfiquistas foi compartilhado pelos dirigentes do
académico do Porto.

Contudo, no que diz respeito às
modalidades, o Benfica não se destacava somente no futebol, mas também
no Ciclismo (destaque-se o nome de José Maria Nicolau), Atletismo,
Hóquei em Patins, Rugby, etc. A estes desportos, o Benfica juntou a
Natação, o Hóquei em Campo e o Pólo Aquático. Os atletas que honraram o
Benfica no Atletismo foram vários, mas destaque-se os nomes de
Francisco Lázaro (antes referido - anos 10), Martins Vieira (anos 30),
Matos Fernandes e Tomás Paquete (anos 40).

Mas ainda no que
diz respeito ao futebol, nos finais do ano de 1939, o Benfica chegou às
meias-finais do Campeonato de Portugal, o último a ser disputado com
esta denominação (em 38/39, a prova a eliminar passou a ser designada
por Taça de Portugal), depois de uma proeza difícil de igualar nos
jogos com o F.C.Porto.

A primeira «mão» disputou-se no Porto,
em ambiente escaldante que dificultou a acção dos jogadores e do
árbitro. O Benfica voltou a fazer estágio em S.João da Madeira e foi
apoiado pelos adeptos que se fizeram transportar num comboio especial.
Os portistas venceram por 4-2.
Em 5 de Junho disputou-se a segunda
«mão» e aconteceu, então, o resultado histórico de 7-0. Aos 28 minutos
o marcador apontava já 5-0 a favor dos «encarnados».Foi um encontro
memorável para os benfiquistas...

Uma nova casa e o êxito dos anos 40/50...

No dia 5 de Outubro de 1941, o Benfica inaugurava o «Campo Grande», um campo maior para um grande clube.

A
década de 40 não foi excepcional para o Benfica, conquistando apenas 3
títulos nacionais, mas vingando-se ao conquistar 6 Taças de Portugal.
Porém, foi a 18 de Julho de 1950 que o Benfica conquistou o seu primeiro grande troféu a nível europeu: a Taça Latina.

Os
«nossos» campeões latinos foram: Bastos (guarda-redes), Jacinto,
Ferandes, Félix, Moreira, José da Costa, Rogério, Carona, Arsénio,
Julinho e Rosário.
Depois da Europa, o Benfica deu uma volta por África, onde disputou e venceu muitos jogos.
Durante
essa «volta», foi recrutado José Águas, que deu várias alegrias ao
clube (e que é pai de Rui Águas que também muitas alegrias deu)

A Década de 60: Estádio da Luz, Eusébio, Taça dos Campeões Europeus e muito mais...

A
década de 60 ficou sem dúvida muito marcada na história do Sport Lisboa
e Benfica, devido às grandes mudanças que o clube teve e à chegada do
melhor jogador português de todos os tempos, talvez por isso tenha sido
designada de década de ouro.

Foi precisamente no ano de 1954, o
Benfica mudou-se do Campo Grande para o maior estádio português... o
grandioso Estádio da Luz!

Ao sonho de muitos anos, sucedia-se
a realidade, com o apoio financeiro de milhares de associados e
adeptos, o Estádio da Luz compensava a tenacidade e o idealismo do
presidente Joaquim Bogalho.
Mas como foi já referido anteriormente, não foi só a mudança para o actual Estádio da Luz que marcou a década de 60.

A
vinda do melhor jogador português de todos os tempos. Chama-se Eusébio
da Silva Ferreira, nasceu em Lourenço Marques (actual Maputo -
Moçambique, Portugal ultramarino nesse tempo), foi também um marco
histórico.

Eusébio brilhava no Sporting de Lourenço Marques,
estando os olheiros do Sporting a observá-lo, juntamente com os do
Benfica. Eusébio aceitou ir para o clube da águia, mas fugido e
escondido na bagagem dos benfiquistas que vinham de Moçambique. Em
Dezembro de 1960, Eusébio chegava a Lisboa pelas mãos do Benfica (antes
fora levado para o Algarve). O Benfica pagou então 700 contos pela
carta de Eusébio que aceitou ir jogar para o Benfica. Depois desta
aventura, Eusébio estreou-se com a camisola do Benfica num jogo das
«nossas» reservas contra as reservas do Atlético, no dia 23 de Maio de
1961 (o Benfica venceu 4-2, com 3 golos de Eusébio).

Enquanto
Eusébio não se afirmava na equipa principal, o Benfica vencia a Taça
dos Campeões Europeus em Berna, no dia 31 de Maio de 1961, ao bater por
3-2 na final, o vizinho Barcelona (golos de José Águas, Coluna e um
autogolo de Gensana para o Benfica), sendo Bella Guttmann o treinador
(húngaro).

Na época seguinte, o feito repetia-se, mas com um
toque especial de Eusébio. Desta vez o jogo realizava-se em Amsterdão e
o adversário era o Real Madrid, que o Benfica venceu por 5-3, com 2
golos de Eusébio.

O Benfica esteve presente em mais 3 finais
da Liga dos Campeões: em Londres contra o AC Milan (1-2), em Milão
frente ao Inter de Milão (1-3) e em Manchester frente ao Manchester
United (1-4 após prolongamento).
Eusébio ficava assim conhecido
como o «pantera negra» e o melhor português de todos os tempos, tendo
no currículo 1 Taça dos Campeões Europeus, 11 Campeonatos Nacionais, 5
Taças de Portugal, 76 vezes internacional A, 9 vezes integrante da
"selecção ideal do Mundo", pela FIFA e UEFA e melhor jogador do Mundial
de 66, em Inglaterra (à parte das botas de ouro e prata).

791,
foi o número de golos obtido com a camisola do Benfica. Depois desta
verdadeira carreira de ouro, Eusébio é sempre lembrado à entrada do
Estádio da Luz, onde está a sua estátua de bronze.

Mas para
esta ser a melhor década de sempre do Benfica, outros nomes do futebol
brilharam: Costa Pereira, Mário João, Neto, Germano, Ângelo, Cavém,
Cruz, José Augusto, Santana, Mário Coluna, António Simões, Serra,
Saraiva, Artur, Nené, Humberto Coelho, Toni...

Os treinadores
da década de 60 foram cinco: Bella Guttmann (húngaro), Fernando Riera
(chileno), Lajos Czeiler (húngaro), Schwartz Elek (romeno) e Otto
Glória (brasileiro).

O Benfica alcançou um «tri» campeonato de
62/63 a 64/65, perdeu o campeonato de 65/66 por 1 ponto, e fez um novo
«tri» de 66/67 a 68/69.
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