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HISTORIA PARTE 2

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Post  Admin on Sat Aug 23, 2008 7:06 pm

A Década de 70: a célebre frase de Mário Wilson, o «filme de terror» e os títulos...

A
década de 70 ficou marcada por uma frase proferida por um grande senhor
do futebol, mais propriamente, do Benfica. «Qualquer treinador que vá
para o Benfica, arrisca-se sempre a ser campeão!», foi esta a frase
célebre de Mário Wilson.

Na década de 70, o Benfica
conquistaria outro tri-campeonato, de 70/71 a 72/73, desta vez nas mãos
do britânico Jimmy Hagan. As figuras da altura eram: Eusébio, Humberto
Coelho, Jaime Graça, Nené, Toni, Diamantino, José Torres, António
Simões, Vitór Martins, Vítor Baptista, Shéu Han, Jordão, José Henrique,
Adolfo Messias e Artur Jorge (melhor marcador em 70/71 e 71/72). Foi em
1972/73, que Eusébio conquistou a sua última bola de prata, com 40
golos.

Mais um tri-campeonato de 74/75 a 76/77 (12 campeonatos
em 15 anos), nas mãos de Milorad Pavic (húngaro), Mário Wilson
(português) e John Mortimore (inglês).

O primeiro campeonato
após a revolução de 25 de Abril, foi o último de Eusébio, jogando 9
encontros, apontando 2 golos (fazendo um total de 316 golos no
campeonato).
Outras estrelas apareceram, como Fernando Chalana, Pietra, Manuel Bento, Eurico Gomes, José Luís e Carlos Alhinho.

Nesta década de 70 há ainda a destacar a presença do Benfica no Brasil.

Numa
interrupção do Campeonato de 1971/72, o Benfica deslocou-se ao Brasil e
venceu a Portuguesa, por 3-1, perdeu com o Curitiba e o Flamengo e
despediu-se batendo o Vasco, por 2-0.

O drama dos
benfiquistas, no geral, ficou por ali, mas Vítor Baptista viveu uma
autêntica tragédia, no Aeroporto do Galeão, quando, sentado numa
cadeira de rodas, aguardava embarque para Lisboa. Um acidente estúpido
ocorrido no seu quarto (cortara-se nos vidros de uma garrafa quando
caiu sobre ela) levara-o a seguir à frente dos companheiros. Falava com
funcionários da Varig quando rebentou o tiroteio – tiros de pistola e
rajadas de metralhadora cruzaram os ares, levantou-se enorme gritaria e
ele, espantado, viu cair uma mulher e um Polícia gravemente atingidos.
Eram três disfarçados contra a Polícia. Parecia mesmo um filme de
terror. Vítor Baptista sentiu-se alvo fácil, se continuasse na cadeira
de rodas, lançou-se ao chão, escorregou, gatinhou, escondeu-se e acabou
por ter sorte. O incidente reteve Vítor mais 24 horas no Rio.

Década de 80: os primeiros estrangeiros e a derrota na final...

A
década de 80 iria caracterizar-se pelo duelo sistemático entre o
Benfica e o FC Porto, face à crise que o Sporting enfrentava.

No
primeiro ano da década, o húngaro Lajos Bazzoti dava o primeiro título.
Nené foi o melhor marcador e João Alves, o luvas pretas, a estrela.
Em
1982/83, começavam a chegar os primeiros estrangeiros ao clube, eram
eles Glenn Stromberg (sueco) e Zoran Filipovic (jugoslavo) e quem
estava à frente da equipa era o sueco Sven-Goran Eriksson.

Nesta década, surgiram mais estrelas do futebol português, como Rui Águas, Veloso, Vítor Paneira, Pacheco, Valdo e Magnusson.

A
25 de Maio de 1988, o Benfica foi a mais uma final Liga dos Campeões em
Estugarda, tendo sido derrotado pelo PSV Eindhoven. No final do
encontro, o nulo manteve-se. Nas grandes penalidades Veloso desperdiçou
a oportunidade que lhe coube em sorte, abrindo caminho à vitória do PSV
por 6-5.

Da década de 90 ao novo Milénio, com os milhões
de Futre, o «génio» João Pinto, constantes mudanças e o início de uma
nova crise...


Foi precisamente em 1990, que o Benfica
participou novamente na final da Taça dos Campeões e esta, foi a sua
sétima presença na final europeia. Foi no dia 23 de Maio e o clube da
Luz portou-se como habitualmente, isto é, com a personalidade de um
campeão inato. Perdeu por 0-1, com o famoso Milan, no Prater Stadion,
em Viena.

O Benfica não baixou os braços e veio então o
campeonato português. Na época de 90/91, Rui Águas voltou à Luz e para
ser campeão nacional. Contudo, Rui Águas gerou polémica na Luz.

Diamantino,
que com a camisola do clube da águia, já vira melhores dias, fez
estoirar a polémica na Luz, em direcção a Gaspar Ramos, em entrevista:
«Gaspar Ramos não tem competência para gerir o futebol de um clube tão
grande como o Benfica. É ou não é incompetência deixar sair o Rui Águas
por «dez tostões», dizendo dele o pior possível, para, depois de
engolir alguns sapos, ir buscá-lo por «dez tostões»?»
Polémicas à
parte o Benfica corria em direcção a mais um título e foi precisamente
nas Antas que César Brito saltou do banco para marcar de repente dois
golos que fizeram gelar as Antas. E este foi um jogo marcado pelos
incidentes nas Antas, com o presidente João Santos a afirmar que «Houve
cenas incríveis nas Antas, de intimidação à equipa e aos apoiantes. Os
nossos jogadores viram-se obrigados a equipar-se nos corredores, pois
nos balneários era impossível, devido ao cheiro dos balneários...».
Devido à importância do título, os jogadores foram brindados com um
prémio de 1500 contos.

Foi precisamente no dia 8 de Junho de
1992, num dia muito quente de verão que João Pinto, ainda traumatizado
pela estada em Madrid às ordens de Gil y Gil, não quis assinar contrato
com o Sporting, tendo garantindo, no entanto, que iria visitar o clube
de Alvalade em 48 horas, mas... a sua passagem seria pela Luz e João
Pinto assinou pelo Benfica, o que fez entrar em desespero Sousa Cintra.
Mozer também regressou à Luz e foi sensacional, o seu regresso, mas na
Luz, os dias não eram os melhores. O Benfica saiu derrotado em casa
diante o Sporting por 0-2 e a agravar a situação, em Moscovo, Iuran,
Kulkov e Mostovoi afirmaram que Ivic (técnico «encarnado») era um
profissional da intriga, daí que os sócios apoiaram a opinião dos
russos e Jorge de Brito, despachou o croata e voltou a promover de
imediato Toni a comandante do barco.

Paulo Futre, foi sem dúvida
a transferência da década, com o jogador a receber 30 mil contos por
mês. O único prémio de Futre ao Benfica, foi uma Taça...

O
jogador português regressava de Espanha, dando uma certa esperança de
regresso ao Sporting, mas o Benfica antecipou-se e Futre entrou pela
porta principal da Luz. Falou-se então em verbas a rondar um milhão de
contos e este negócio viria a cortar as relações entre Sporting e
Benfica. Mas no fundo estavam muitos cifrões em jogo.

O passivo
«encarnado» era de cerca de quatro milhões e meio de contos, sem
dúvida, um imenso buraco que a contratação de Paulo Futre ajudou a
cavar por ter obrigado à hipoteca de futuras receitas. Esta era sem
dúvida uma nova crise e neste estado caótico das finanças do clube da
águia, Pacheco e Paulo Sousa rumaram para Alvalade, alegando justa
causa para a devida rotura dos contratos.

Foi então que o
Benfica decidiu negociar Futre com o Olympique de Marselha e foi
precisamente com o dinheiro das prestações do clube francês que o
Benfica foi vivendo...
Aproximavam-se, então, as eleições e a nível
desportivo, para contrariar os azares administrativos, eis que surge
uma grande equipa de Basquetebol, que chega, a nível da FIBA, onde
nenhuma equipa portuguêsa conseguira aproximar-se. A 4 de Dezembro de
93, no Pavilhão da Luz, a grande sensação ocorreu quando o Benfica
venceu a milionária equipa do Buckler Bolonha, por 102-90.

A
nível administrativo, surgem então, os resultados das eleições que
ditaram Manuel Damásio como presidente «encarnado». O Benfica obteve
então o seu último Campeonato Nacional até hoje, precisamente na época
de 1993/94, com o Benfica a contar com um plantel «recheado» de
jogadores experientes, como os casos de Neno, Hélder, Mozer, Veloso,
Kenedy, Rui Águas, Isaías, João Pinto, Rui Costa, Vítor Paneira,
Shwartz, entre outros, todos eles comandados por Toni que tinha como
seu adjunto Jesualdo Ferreira. Mas nem tudo isto era um mar de rosas,
dado que Damásio teve de vender Rui Costa à Fiorentina por cerca de
três milhões de Dólares.

Michel Preud’Homme chegou à Luz e
aquele que era considerado um dos melhores guarda-redes do Mundo,
dispensa de apresentações. Boa colocação na baliza, firmeza e
concentração entre os postes, fizeram de Michel um «mito» benfiquista e
tal facto foi notado na sua despedida, mais tarde, do clube da Luz,
quando foi substituído por Enke.

Contudo Manuel Damásio não
deixou o clube nas melhores condições a nível financeiro e se até aqui
as contas «encarnadas» estavam de rastos, com a chegada do novo
presidente em 1997, não melhorou a situação.

Vale e Azevedo
prometeu ao fechar das urnas, a contratação de Rui Costa e venceu as
eleições, derrotando Luís Tadeu e Abílio Rodrigues. Contudo, Rui Costa,
não apareceu na Luz. O presidente benfiquista rasga os contratos com a
Oliverdesportos e assina um contrato exclusivo com a SIC, contratos
estes, que iriam levar o nome do Benfica a tribunal.

Greame
Sounness foi o treinador escolhido por Vale e Azevedo e novos jogadores
rumaram à Luz. Kandaurov, Luís Carlos e o checo Karel Poborsky foram os
primeiros nomes apresentados e desde então, que se verificou que os
contratos não eram cumpridos, dado que Poborsky não tinha sido pago ao
Manchester United. O clube inglês apresentou queixa à FIFA e colocou-se
a hipótese do Benfica não participar nas competições europeias, mas
ficou acordado pagamento da transferência com o dinheiro proveniente da
Liga dos Campeões e assim foi. Deane veio para o Benfica mas
rapidamente rumou para Inglaterra.

O Clube passava por uma
constante mudança de jogadores e de treinadores dado que Sounness bateu
coma porta, dizendo que Vale e Azevedo era «mentiroso».

João
Pinto foi outro dos nomes importantes na época de Vale e Azevedo, mas
pelo incrível! O presidente do clube da Luz despediu o n.º 8
«encarnado», ou seja, «mandou-o embora», dado que o Benfica não recebeu
nenhum dinheiro em troca, pelo contrário, teve ainda de pagar...

O
jogador decidiu a sua vida e rumou para o Sporting, algo que seria
impensável na Luz. Nuno Gomes rumou para a Fiorentina e o Benfica
perdia assim os seus trunfos. Apenas restou o «furacão checo»,
Poborsky, que chegou a ser eleito, como melhor jogador do ano de 97,
pela sondagem «A Bola/SIC». Este foi o período até hoje, em que se
ouviu falar do Benfica, pela negativa, devido à gestão do anterior
presidente.

Muitos factos negativos que marcaram o nome de
Vale e Azevedo à frente do Benfica. O Benfica ficou praticamente sem o
seu património, dado que o presidente o tinha vendido, mas onde foi
parar todo esse dinheiro? Ainda hoje se procura a resposta.

Novas
eleições e de novo Vale e Azevedo a concorrer, mas desta feita, com
Manuel Vilarinho. Estas eleições, foram sem dúvida, um marco histórico
para o clube da Luz dada a sua situação. Foi para mudar enquanto fosse
tempo e para tentar apagar a má imagem do Benfica, que os sócios
colocaram Vilarinho no lugar de Vale e Azevedo, mas mesmo assim já foi
tarde. Vale e Azevedo, dias após as eleições foi preso e ainda hoje se
encontra em julgamento, por ser acusado de 14 crimes de peculato e 1 de
branqueamento de capitais.
A nova direcção entrou e deparou-se com as finanças num estado caótico, entre outras coisas mais...

No
Benfica surge então, uma nova política directiva, observando-se também
uma revolução nas informações do clube. João Malheiro passa a ser o
rosto do Benfica e o elo de ligação entre Benfiquistas e o clube. Mais
tarde surge Luís Filipe Vieira, como gestor do futebol «encarnado» e
promete uma «equipa maravilha». De facto, bons jogadores rumaram à Luz,
mas os resultados continuavam a não ser os melhores. Toni, decidiu por
bem abandonar o Benfica, numa despedida sentida pelos adeptos. Jesualdo
Ferreira toma a liderança do comando técnico...

Outro dos
grandes pontos históricos do clube da águia deu-se à relativamente
pouco tempo. Com Portugal a realizar o EURO 20004, o Estádio da Luz, é
apontado como o palco da final e os sócios aprovaram com maioria
absoluta a construção de um novo estádio à remodelação do actual.
Surgem então polémicas em redor da construção da nova Luz, mas segundo
os responsáveis benfiquistas, tudo correrá pelo melhor...

Eis
então que chegávamos a Fevereiro de 2002 e ouvia-se falar da
possibilidade do Benfica ficar fora do Euro 2004, algo no entanto
desmentido de imediato pela direcção benfiquista. Enke sobia também às
manchetes desportivas devido à sua situação contratual com o Benfica e
a direcção então presidida por Manuel Vilarinho tentava resolver os
casos deixados pela anterior direcção.

Em meados de Novembro,
o clube da Luz deparava-se com novos problemas financeiros. Desta
feita, relativos à construção do novo Estádio da Luz que voltou a
colocar de novo, em risco, a participação do clube da Luz no Euro 2004.
Contudo, a Benfica Estádio S.A. resolveu da melhor maneira os problemas
com a Somague e as obras proseguiam normalmente. Mais tarde, o Benfica
assumiria as dívidas fiscais e prometia pagar o montante em dívida no
início de 2003.

A equipa de Futebol também sofreu algumas
alterações, sobretudo a nível da equipa técnica. Os bons resultados
tardavam em aparecer numa equipa que já via o título fugir desde a
época 93/94. Os adeptos pediam a cabeça de Jesualdo Ferreira mas o
técnico português parecia estar firme na equipa. Mas após a histórica
eliminação do Benfica da Taça de Portugal, num jogo realizado na Luz e
diante o Gondomar Jesualdo Ferreira via o seu posto colocado em risco.
Um golo de Cílio colocou Jesualdo entre a espada e a parede. Os adeptos
mostraram o seu descontentamento perto da sala de imprensa da Luz e
nessa mesma noite Jesualdo foi demitido pela SAD e Chalana assumiu
provisóriamente o cargo de treinador interino.
Vários nomes surgiram nos jornais, mas o de Camacho foi o que ganhou mais contornos.

O
objectivo principal do novo treinador seria o mesmo de todos os outros
que por lá passaram: ser campeão nacional e levar o clube à Liga dos
Campeões. Algo que só o tempo dirá...
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